Eu sempre fui uma pessoa de pontos finais. De terminar antes de começar. De sentir o fim antes que sofra. De dar um basta antes que piore. De ir embora querendo tanto alguém que me diga pra ficar. Na vida amorosa, estou sempre de saída; malas prontas, janelas trancadas e com a chave findada no coração. Não é de propósito, sabe, essas coisas acontecem por acontecer. No fundo eu sempre quis tanto dizer: “Me impede de ir, amor. Guarda-me em ti. Cuida-me pra sempre.” E no fim acabo calado e mudo. Porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem. Mas na verdade disso tudo e da vida, eu só queria amores contínuos. Uma pessoa que brigaste por mim, e mesmo assim continuasse ali; pelo meu amor e claro, por nós.

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