Adoro quando acordo de manhã e já tem aquela mensagem me desejando um ”bom dia, amor” e no final um coração. Fico feliz, claro, e sonolento respondo sorrindo: ”Bom dia, amor.” Amo receber aquele aúdio inesperado com uma voz rouca dizendo bem devagarinho que está com saudade me chamando de vida, mor, mozão. É apaixonante, sério!, não há coração que não se amoleça com isso. Eu adoro essas coisas porque sou assim também; todo clichêzão, sabe? Quando eu gosto muito de alguém eu fico inventando vários apelidos carinhosos. Tem pessoas que não gostam muito e até ignoram esses simples gestos. Mas elas só vão passar a gostar disso quando realmente forem amadas ou estiverem amando. O amor é isso; simplicidade. Apelido carinhoso é tão amor. Não sei explicar; isso acontece comigo totalmente no automático. Ao passar dos dias a pessoa se torna tão importante que quando vou ver já estou chamando-a de amor. Mas essa parada é muito EU mesmo. É que sou sempre assim; vejo amor em tudo. E onde não tem eu faço existir. Tô pensando em qualquer dia mudar meu nome para ”Amor” só para ver se alguém, um dia, usa me amando.

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